Establishing the field of human ecology

Human ecology

Human ecology is an academic discipline that deals with the relationship between humans and their (natural) environment. Human ecology investigates how humans and human societies interact with nature and with their environment.
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In the USA, human ecology was established as a sociological field in the 1950's or earlier. Amos H. Hawley published Human Ecology -- A Theory of Community Structure in 1950. He dedicated the book to one of the pioneers in the field who had begun writing the work with Hawley, R.D.McKenzie. Hawley contributed other works to the development of the field. In 1961, an important reader, Studies in Human Ecology, was published (edited by George A. Theodorson ).

In the 1970's William R. Catton and Riley E. Dunlap , building onto the earlier works on human ecology by Chicago School 's Robert E. Park and Hawley. One main idea of Catton and Dunlap was to go away from the Durkheimian paradigm of explaining social facts only with social facts. Instead, they included physical and biological facts as independent variables influencing social structure and other social phenomena. This change of paradigm can be described as a change from a classical sociological view of human exemptionalism to a new view (named new ecological paradigm by Catton and Dunlap). Humans are no longer the exceptional species that can use culture to adapt onto new environments and environmental change, and that is influenced more by social than by biological variables, but they are seen as one species out of many that interacts with a bounded natural environment.
A conflict line between this new paradigm and the classical sociological approach is the de-valuating of society and culture. Human ecology views human communities and human populations as part of the ecosystem of earth. In this view, sociology would be only a sub-discipline of ecology -- the special ecology of the species homo sapiens sapiens. Of course, this is seen as an affront by most sociologists.
It is disputed if human ecology is a sub-discipline of sociology, or if it is a sub-discipline of ecology. A point that strengthens the latter position is the methodological approach of human ecology, that is orientation rather along the lines of natural science then along the lines of social sciences. The inclusion or exclusion of human ecology in to sociology proper varies between countries and schools of sociological thinking. Environmental sociology is a field of sociology which encompasses the interactions between humans and nature/natural environment, but is rooted in the methodological and theoretical canon of sociology. Sometimes human ecology is seen as part of environmental sociology, sometimes it is seen as something completely different. Influences can also be seen between human ecology and the field of political ecology.

Quotes on human ecology

Human Ecology is an interdisciplinary applied field that uses a holistic approach to help people solve problems and enhance human potential within their near environments - their clothing, family, home, and community. Human Ecologists promote the well-being of individuals, families, and communities through education, prevention, and empowerment. [1]
Human ecology explores not only the influence of humans on their environment but also the influence of the environment on human behaviour, and their adaptive strategies as they come to understand those influences better. [...] For us, human ecology is a methodology as much as an area of research. It is a way of thinking about the world, and a context in which we define our questions and ways to answer those questions [...] [2]

See also

External links

Resources

Glaeser, Bernhard (1996): »Humanökologie: Der sozialwissenschaftliche Ansatz«, in Naturwissenschaften, 83 (1996), 145-152.

Rara praga de ratos destrói colheitas no sudeste asiático



Publicação: 22/11/2010 10:32 Atualização:



O pesquisador Steve Belmain pesquisou o 'exércitos de ratos'  (University of Greenwich 


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O pesquisador Steve Belmain pesquisou o 'exércitos de ratos'
Uma peste de ratos que ocorre uma vez a cada 50 anos está devastando plantações no sudeste da Ásia, provocando fome em muitas regiões. Pesquisas confirmaram que a explosão da população de roedores é causada pela abundância de alimentos, em particular de uma semente de bambu.

Segundo cientistas, o fenômeno é um exemplo de como a simples relação entre duas espécies – uma vegetal e um pequeno roedor – pode virar toda a ecologia de pernas para o ar e destruir a agricultura. Os pesquisadores também advertiram que as mudanças climáticas poderão propiciar o surgimento de uma população de ratos ainda maior no futuro, agravando o problema.

Rara ocasião


Florestas da espécie de bambu Melcocanna baccifera cobrem mais de 26 mil quilômetros quadrados no nordeste da Índia, se estendendo até Mianmar e Bangladesh. Delas, os agricultores extraem material usado na construção, no vestuário e até na alimentação das populações locais.

A espécie, inestimável para os humanos, aniquilou outras espécies “competidoras” na região e transformou toda a área em uma espécie de “carpete” de florestas. A questão é que, aproximadamente a cada de 50 anos, o ciclo de vida do bambu chega ao fim e esse carpete morre. Independentemente das condições ambientais da época, algo no relógio biológico da espécie avisa à planta que é hora de florescer, lançar sementes e morrer.

"Quando as sementes de bambu caem, o que sobra são 80 toneladas de sementes por hectare", explica o ecologista da Universidade de Greenwich, em Londres, Steve Belmain. "Ou seja, são 80 toneladas de alimentos no chão, esperando para serem consumidas."

Belmain diz que a mais recente fase de florescimento das plantas, que começou em 2004 e deve continuar até 2011, é uma oportunidade única de estudar um evento que ocorre geralmente uma vez em cada século.

"Antes disso, tudo o que tínhamos eram os relatos de 50 anos atrás", disse o pesquisador à BBC. "Eles tinham se tornado lenda, porque muita gente que hoje vive na região nem estava viva na última ocasião. São muitas as histórias fantásticas que dificultam a separação entre realidade e ficção."

Prejuízos


Para os fazendeiros da região, o maior problema é que as plantações de arroz ficam especialmente vulneráveis às pestes durante este período. Belmain diz que, quando os ratos chegam, muitos agricultores nem se dão ao trabalho de fazer o plantio. Apenas aceitam a realidade.

Em um livro recém-editado, o pesquisador e seu colega Grant Singleton, do Instituto Internacional de Pesquisas do Arroz em Manila, nas Filipinas, expõem as conclusões de uma equipe de cientistas que estuda a ecologia da região e as práticas agrícolas locais. A obra, em inglês, se chama Rodent outbreaks - Ecology and impacts ("Pragas de Roedores – Ecologia e Impactos", em tradução livre).

Singleton contou à BBC que, além da fome generalizada, as pestes de ratos viram toda a ecologia florestal "de pernas para o ar". "Há um impacto enorme também sobre os insetos e a vida selvagem. Habitats e alimentos simplesmente desaparecem."

Em Mianmar, a chegada do ciclone Nargis, que deixou 140 mil mortos em maio de 2008, inclusive piorou o problema. Áreas que normalmente seriam plantadas foram abandonadas, cobertas de mato que fornece condições para a proliferação dos ratos. Predadores dos roedores, como as serpentes, desapareceram, deixando o caminho livre para eles.

À medida que a produção de arroz foi sendo retomada, aos poucos, mais e mais alimentos eram colocados à disposição dos ratos em diferentes épocas do ano. Os animais se alimentaram por períodos mais prolongados e se reproduziram ainda mais.

Além dos ratos, outro inimigo que os fazendeiros precisam vencer é a apatia ao problema, diz pesquisador  (University of Greenwich )
Além dos ratos, outro inimigo que os fazendeiros precisam vencer é a apatia ao problema, diz pesquisador
Entre junho e setembro de 2009, campanhas nas comunidades do Delta do Rio Irrawaddy resultaram na captura de mais de 2,6 milhões de ratos em Mianmar. "Epidemias dessa magnitude não eram registradas há 30 anos no delta", disse Belmain à BBC. Os cientistas creem que as pragas de roedores na esteira dos fenômenos meteorológicos extremos devem se tornar mais comuns em conseqüência do aquecimento global.

Solução

Os ataques não são realizados por apenas de uma espécie de ratos. Uma das mais comuns é a Bandicota savilei, nativa do Delta do Irrawaddy.  Ratos podem dar cria a cada três semanas, e um filhote de roedor atinge a maturidade sexual em apenas 50 ou 60 dias.

Para os pesquisadores, o problema não tem solução fácil. "A maioria dos métodos usados para o controle das pestes simplesmente não funciona. Na Índia, a maioria dos produtores apenas compra um punhado de veneno no mercado e polvilha a terra."

Os pesquisadores querem ensinar os agricultores locais a instalar ratoeiras eficientes no momento certo para evitar a perda de alimentos. Outra solução poderia ser a instalação de cercas de plástico com buracos levando para ratoeiras.

Além dos ratos, outro inimigo que os fazendeiros precisam vencer é a apatia, ele diz. "Os fazendeiros estão imersos em apatia, porque já tentaram controlar as pestes e fracassaram. É preciso segurar a mão deles e mostrá-los como as coisas podem melhorar."
* Retirado do jornal O Estado de Minas, 23/nov/2010 às 13:56

VIDA - Unir desenvolvimento urbano e qualidade é desafio

(Brasília, BR Press*)                      
Ter, 16 Nov, 11h20
 

A urbanização é um dos principais desafios para a saúde pública mundial, afirmam especialistas do setor reunidos em Kobe, no Japão. Para eles, as oportunidades oferecidas pelas grandes cidades devem ser associadas à qualidade de vida. A advertência é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que coordena as discussões.
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Nesse sentido, há recomendações explícitas para o aperfeiçoamento do sistema de transporte coletivo e restrições ao fumo. "O desafio é elaborar propostas tendo como base as oportunidades oferecidas nos núcleos de concentração urbana. O impacto pode ser dramático ou positivo sobre a saúde de suas sociedades", disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.
Transporte público e poluição
Ela sintetizou as orientações transmitidas aos representantes de cada país: "É necessário proporcionar transporte público seguro, investindo em serviços, e reduzir a poluição do ar, proibindo o fumo em locais públicos".??    As orientações foram baseadas em casos considerados emblemáticos. Um deles é o da cidade de Lagos - localizada na Nigéria, a segunda maior concentração urbana da África depois do Cairo, no Egito - onde o trânsito é apontado como um dos mais caóticos do mundo, segundo estudos internacionais.
Para os especialistas, o congestionamento das principais cidades do país afeta a qualidade de vida da população. O governador da região de Lagos, Babatunde Raji Fashola, afirmou que o sistema rápido de ônibus foi intensificado, aumentando a oferta de transporte seguro e eficiente para a população.
Fumo
As recomendações sobre a proibição do fumo se basearam em ambientes de Xangai, na China. Para os especialistas, as autoridades devem definir vetos ao fumo em restaurantes e também à venda de cigarros, assim como à publicidade.
Paralelamente, especialistas de vários continentes promovem debates sobre as ações específicas relativas às suas áreas. No Sudeste Asiático, os ministros da Saúde aprovaram uma proposta de ação sobre urbanismo e saúde, em setembro. Nas Américas e no Pacífico Ocidental, os ministros da Saúde se comprometeram a promover ambientes mais saudáveis em áreas urbanas.
(*) Com Agência Brasil.

O Escritor Lomborg do livro Ambientalista Cético, lança um documentário e detona All Gore

Artigo retirado do jornal O Estado de Minas, 14 de novembro, 2010 - seção Ciência e Tecnologia

AFP - Agence France-Presse Publicação: 12/11/2010 17:31 Atualização: 12/11/2010 18:21

Lomborg, de 45 anos, cujo livro 'O Ambientalista Cético' desatou a fúria de cientistas do mundo inteiro, afirma que os alarmistas estão errados  (Reprodução Youtube)
  
COPENHAGUE - A humanidade pode se adaptar às mudanças do clima sem necessidade de ceder ao pânico, sustenta "Cool it", um documentário sobre o polêmico climatologista dinamarquês Bjoern Lomborg, concebido como uma resposta a "Uma Verdade Inconveniente", sobre a crise ambiental provocada pelas emissões de gases-estufa, apresentado pelo ex-vice-presidente americano Al Gore.

O filme, do americano Ondi Timoner, propõe estratégias para contrabalançar o aquecimento global: pintar as cidades de branco para refletir a luz do sol e reduzir a temperatura, captar a energia das ondas, obter combustíveis a base de algas e inclusive esfriar artificialmente o planeta produzindo nuvens na atmosfera.

"O debate sobre o clima se viu contaminado pelo fato de que só se aceitam duas posições: ou se é negacionista do aquecimento global ou se é pró-Al Gore e o fim do mundo está próximo. O problema é que nenhuma destas duas posições é justa", afirma Lomborg. "Não há meio termo e precisamos dele de verdade", disse aquele que é apontado como o 'enfant terrible' do clima.

"Cool it" (expressão que, em inglês, significa "Esfrie" ou "Fique frio"), criado em resposta a "Uma Verdade Inconveniente", ganhador do Oscar de melhor documentário 2007, sustenta que as consequências das mudanças climáticas serão limitadas e que o mundo pode enfrentá-las em um primeiro momento, fazendo ao mesmo tempo grandes investimentos em ciência para encontrar soluções de longo prazo.

"Este filme é uma continuação do de Al Gore", ganhador do Nobel da Paz 2007 junto a um grupo de especialistas em clima por sua ação global contra o aquecimento global, explicou Lomborg.

"Seu filme fez com que todos nos conscientizássemos das mudanças climáticas, mas na base do pânico, e temos que superar esta etapa. O pânico não é um bom estado de ânimo para tomar boas decisões", explicou o climatologista, que dirige um "think tank" em Copenhague.

Ele tem como alvo a estratégia atual de emissões de dióxido de carbono (CO2).

'O pânico não é um bom estado de ânimo para tomar boas decisões', diz Lomborg (Reprodução Youtube)
"O pânico não é um bom estado de ânimo para tomar boas decisões", diz Lomborg
Segundo Lomborg, o custo total do Protocolo de Kyoto alcançaria os US$ 180 bilhões ao ano. Quanto ao plano da União Europeia para diminuir em 20% suas emissões de CO2 até 2020, o cientista afirma que as medidas reduziriam o PIB europeu em US$ 250 bilhões ao ano, cinco vezes o custo previsto por Bruxelas.

Para o polêmico especialista, os dois projetos só conseguiriam reduzir a temperatura de 0,08 a 0,1 grau Farenheit (cerca de 0,05 grau Celsius) antes de 2100. A meta inicial, anunciada pela ONU, é limitar o aquecimento global a 2°C durante o século XXI com relação aos níveis anteriores à Revolução industrial.

Para Lomborg, é melhor investir o dinheiro (US$ 100 bilhões ao ano) nas novas tecnologias verdes e em combater os problemas urgentes dos países pobres: Aids, malária e água potável.

Lomborg, de 45 anos, cujo livro "O Ambientalista Cético" desatou a fúria de cientistas do mundo inteiro, afirma que os alarmistas estão errados. "Há muita gente bem-intenciada que pensa que precisamos de uma mensagem 'mais sexy' para difundi-la melhor", criticou o dinamarquês, cujas intervenções ocupam bastante tempo na primeira parte do documentário.

"Isto não funcionou com a guerra no Iraque e tampouco funcionará para encontrar soluções de longo prazo" para o aquecimento global, concluiu.

"Cool it" (com 1h28m de duração) apresenta opiniões de respeitados cientistas, entre eles o físico Freeman Dyson, da Universidade de Princeton.

O documentário, que já foi exibido em vários festivais, como o de Toronto, será lançado na Europa, após sua estreia nos Estados Unidos.

Meio Ambiente e Sociedade as relações Homem-Natureza

* texto retirado da página adrenailha.com.br

Acontradição nas relações Homem-Natureza consiste principalmente nos problemas dos processos industriais criados pelo Homem. Esse processo é visto como gerador de desenvolvimento, empregos, conhecimento e maior expectativa de vida. Porém, o homem se afastou do mundo natural, como se não fizesse parte dele. Com todo esse processo industrial e com a era tecnológica, a humanidade conseguiu contaminar o próprio ar que respira, a água que bebe, o solo que provém os alimentos, os rios, destruir florestas e os habitats animais. Todas essas destruições colocam em risco a sobrevivência da Terra e dos próprios seres humanos.
O elevado índice de consumo e a conseqüente industrialização esgotam ao longo do tempo os recursos da Terra, que levaram milhões de anos para se compor. Muitos desastres naturais são causados pela ação do homem no meio ambiente. Ao contrário de muitos que pensam que a natureza é violenta, pode ser, mas seu maior agressor é o homem, que não se deu conta de que deve sua existência à ela.
Todos esses processos industriais transformam o meio ambiente, poluindo o ar, a água, o solo, destruindo florestas, fazendo com que muitas pessoas se afastem e não tenham contato com o mundo natural, ou seja, interagindo em equilíbrio com todos os seres do planeta. Os sentidos básicos do homem como o instinto, a emoção e a espiritualidade se perdem sem essa interação com a natureza.
Mesmo que o homem tenha hoje uma maior consciência sobre sua intervenção no mundo natural, o que podemos até considerar um avanço, mediante as grandes degradações que já ocorreram até agora, ainda não há coerência suficiente. Ou seja, muitas ações deveriam ser colocadas em prática para a preservação do meio ambiente como um todo. O que vemos atualmente é que os índices de degradação aumentaram, enquanto de um lado existem muitos lutando por um mundo melhor para todos, de outro lado, a grande maioria busca seu próprio crescimento econômico, com o objetivo de consumir cada vez mais, e como conseqüência, consumir mais recursos naturais, ocasionando a degradação, sem se preocupar e muitas vezes sem saber, que esses recursos muitos são renováveis e não são infinitos.
Os problemas ambientais já vêm de longa data, desde a época em que o sistema industrial se desenvolveu na Europa e depois se transferiu para a América do Norte, aumentando cada vez mais a pressão sob o planeta. Recentemente, os problemas ambientais se agravaram, devido ao crescimento populacional desenfreado e suas vontades de viver num mundo industrial e tecnológico. O maior problema do planeta hoje, é entender e resolver as relações Homem-Terra, para que se consiga viver em harmonia e em equilíbrio com o Planeta.
Muitos novos empresários começam seus negócios já com uma consciência ambiental, tentando utilizar o mínimo de recursos naturais e aproveitar os já utilizados, mas, mesmo com todas essa consciência, que já é uma conquista para o Planeta, falta a consciência para saber o que realmente é preciso consumir. Se um produto é lançado no mercado e tem boa aceitação, a tendência é aumentar a produção, gerando mais resíduos e utilizando mais recursos, portanto, deve-se primeiro analisar e ter consciência se aquele produto é necessário para a sobrevivência dos seres humanos, sabendo que os recursos naturais são necessários para a sobrevivência.
A questão positiva é uma maior conscientização e valorização do meio ambiente, mas ainda a humanidade está longe de aprender a consumir e interagir com o mesmo, e de entender que é um ser participante do ciclo natural e não o dominante.
A Ciência e a Técnica são fundamentais para a preservação ou recuperação do ecossistema planetário, pois contribuem em forma de conhecimento profundo, técnico, científico, sobre o ciclo de vida e as complexidades do planeta, aplicando métodos para gerar o equilíbrio entre os participantes. É preciso entender o planeta Terra sob todos os aspectos, formas e sentidos, conhecer para preservar. As técnicas humanas devem funcionar e auxiliar o equilíbrio das técnicas da Terra.
Alguns princípios básicos podem servir para orientar a humanidade para o desenvolvimento de técnicas que gerem o equilíbrio entre os seres humanos e o mundo natural. Os humanos devem conhecer a Terra, antes de tomar qualquer atitude. A humanidade deve sair da bolha industrial em que vive, mudar o comportamento, valorizando e interagindo com o mundo natural o qual faz parte, respeitando as transformações do meio no seu devido tempo.
É importante haver um processo participativo e sustentável, cada um fazendo a sua parte e respeitando o ciclo de cada ser existente no planeta. As técnicas adquiridas pelo homem devem servir para proteger o planeta, cuidar dos resíduos gerados, para se proteger de alguma transformação natural, e não para destruir a vida. Deve haver respeito à grandeza da natureza, reverência à Terra. Enquanto não se aprender a celebrar a Terra, não será possível curá-la.
Referência Bibliográfica:
BERRY, Thomas. O Sonho da Terra. Petrópolis: Vozes