Responsabilidade social nas empresas

* Autoria: Netsaber artigos

Responsabilidade Social


Resumo: O presente artigo apresenta os principais aspectos da responsabilidade social das organizações no século XXI, demonstrando a importância dos investimentos no social e no meio ambiente para o sucesso das organizações e também para o crescimento e desenvolvimento sustentável. Em um contexto marcado pelos problemas econômicos e sociais do País e, pela concorrência acirrada no meio organizacional, a responsabilidade social e ambiental surge como uma ferramenta capaz de contribuir com o desenvolvimento econômico do País e para a preservação do meio ambiente. A responsabilidade social é capaz de proporcionar uma melhor imagem à organização. Sem dúvida, uma organização que investe em responsabilidade social é mais bem vista pela sociedade. O artigo foi elaborado a partir da pesquisa bibliográfica em livros e artigos sobre o assunto.
Palavras-chave: Responsabilidade Social, Gestão Ambiental, Desenvolvimento Sustentável.

ABSTRACT
This article presents the main aspects of corporate social organizations in the twenty-first century, demonstrating the importance of investment in social and the environment for the success of the organizations and also for growth and sustainable development. In a context marked by economic and social problems in the country, and by fierce competition amid organizational, social and environmental responsibility emerges as a tool capable of contributing to the economic development of the country and for the preservation of the environment. The Social Responsibility is capable of providing a better image for the organization. Without doubt, an organization that invests in corporate social responsibility is best viewed by society. The article was developed from the research literature in books and articles about the subject.

Keywords: Social Responsibility, Environmental Management, Sustainable Development.

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO.. 4
2. RESPONSABILIDADE SOCIAL.. 6
2.1. Características. 7
3. IMPORTÂNCIA.. 8
4 CONCLUSÃO.. 12
5 REFERÊNCIAS. 13

1 INTRODUÇÃO
Entre as tendências mais importantes que influenciam a teoria e a prática da administração no final do século XX encontramos a responsabilidade social das organizações e a preocupação com a preservação do meio ambiente. Agora, no início do século XXI, a responsabilidade social ganha cada vez mais importância.
Responsabilidade social nas empresas é um tema bastante propício para o momento atual, no qual apresenta incertezas, riscos e ansiedade de uma política mais justa e ética. Através dos meios de comunicações rápidos e eficazes, estamos a cada dia mais integrados com os acontecimentos a nossa volta, não só em relação ao meio empresarial, mas ambiental e social, num contexto amplo e dinâmico capaz de alterar valores, costumes e tradições.
No início do processo de industrialização, sobretudo durante a Revolução Industrial, não existia uma preocupação no sentido de preservar o meio-ambiente. Os proprietários das indústrias estavam preocupados unicamente em produzir a maior quantidade possível. Não existia a preocupação com o desmatamento, com a desertificação, com a poluição dos rios etc. A ênfase era a obtenção de lucros em curto prazo.
Com o passar do tempo, o homem foi percebendo que se ele não cuidasse do meio ambiente, ele poderia não ter mais onde viver. Em 1972 um grande passo foi dado no sentido da preservação do meio ambiente, com a realização da primeira conferência das Nações Unidas sobre Ambiente Humano. A discussão em torno do papel da empresa na conservação do meio ambiente começou a ganhar atenção.
No século XXI, a questão ambiental adquiriu grande importância, devido a conscientização humana de que é preciso preservar o meio-ambiente para garantir a sobrevivência da espécie humana. Se nenhuma ação ambiental for tomada pelos governos e empresas, o meio-ambiente tende a se deteriorar de tal maneira de que a sobrevivência humana no Planeta ficará comprometida.
Muitas organizações estão lançando programas visando a preservação do meio ambiente, contribuindo efetivamente para tal e, ainda, se tornando mais bem vista na sociedade.
Verificamos, desta forma, a necessidade de esclarecer as definições relacionadas com a responsabilidade social e analisar até que ponto a responsabilidade social é importante para o desenvolvimento sustentável do país.
De acordo com Chiavenato (1999), observa-se uma preocupação crescente das empresas em vincular sua imagem à noção de responsabilidade social. A nova postura da empresa cidadã baseada no resgate de princípios éticos e morais passou a ter natureza estratégica. A escolha do tema justifica-se pela importância do conhecimento dos resultados obtidos pelas organizações brasileiras que investem em responsabilidade social. A partir de tais resultados, as organizações poderão visualizar os prós e os contras de tais investimentos, tendo assim informações para decidirem onde e como aplicarem seus recursos.
Neste contexto, o presente artigo teve por objetivo apresentar as principais definições relacionadas com a responsabilidade social, descrevendo a importância de tais ações para o desenvolvimento sustentável do nosso país.
Como objetivos específicos, tivemos os seguintes: descrever os principais conceitos relacionados à responsabilidade social e; apresentar as características da responsabilidade social.
 Quanto aos fins, a pesquisa caracteriza-se como explicativa e exploratória. Quanto aos meios, classifica-se como pesquisa bibliográfica, pois desenvolvida a partir da consulta em livros e artigos da Internet.

2. RESPONSABILIDADE SOCIAL
A responsabilidade social da empresa é a extensão do papel empresarial além de seus objetivos econômicos, levando em conta que as organizações têm amplo espectro de responsabilidade que vai além da produção de bens e serviços para obter lucro. Ora, as organizações não existem em uma "ilha", elas compartilham o mesmo ambiente com a sociedade. Logo, como membros da sociedade, as organizações deveriam participar ativa e responsavelmente da comunidade e do ambiente mais amplo.
Segundo Robbins (2002, p. 19):

(...) as expectativas da sociedade em relação aos negócios mudaram. A atitude de "o público que se dane", de Cornelius Vanderbilt, poderia ter sido aceitável na década de 1890, mas certamente não agora. Nos anos 1950, uma siderúrgica poderia ter quase certeza de que sairia impune da contaminação de um rio ou do desmatamento de uma floresta, mas hoje não. Mesmo na política, os padrões mudaram. Há 20 anos, o público era mais tolerante com as ações antiéticas dos políticos – como, por exemplo, tirar partido de informações internas por ser associado, tráfico de influências, mentiras, ocultação de contas de despesas ou contratação de amigos ou parentes não qualificados. Tais práticas tendem hoje a parar na primeira página dos jornais e resultar em investigações de grande escala.
Partindo desta colocação, podemos compreender que responsabilidade Social é a demonstração de preocupação da empresa em participar de forma ativa, nos programas sociais voltados para o bem estar da comunidade onde está inserida e na sociedade em geral. A empresa socialmente responsável é aquela que consegue criar métodos, planos e incentivos para que, interna e externamente seja identificada como uma empresa cidadã.
De acordo com Stoner, Freeman (1995), a idéia de responsabilidade social, nos termos em que se coloca a questão, pressupõe que a atividade empresarial envolve o compromisso de toda a cadeia produtiva da empresa: clientes, funcionários e fornecedores, além das comunidades, do ambiente e da sociedade, como um todo.
Para Chiavenato (1999, p. 121) responsabilidade social:
(...) é o grau de obrigações que uma organização assume através de ações que protejam e melhorem o bem-estar da sociedade à medida que procura atingir seus próprios interesses. Refere-se ao grau de eficiência e eficácia que uma organização apresenta no alcance de suas responsabilidades sociais.
No mesmo sentido, Garay (2001, p. 07) diz que:
A responsabilidade social pode ser entendida como a opção dos empresários, conscientemente tomada, de investir estrategicamente no campo social. Difere da filantropia, pois esta representa um tipo de investimento social, por parte dos empresários, associados à caridade, ao paternalismo ou ao puro assistencialismo.
Podemos constatar que em ambas definições de responsabilidade social, está implícito a idéia de aplicação de recursos próprios das empresas privadas em projetos sociais, visando a melhoria da qualidade de vida. Os investimentos em responsabilidade social são estratégicos, na medida em que podem trazer benefícios à empresa, como melhoria da imagem na sociedade e maior facilidade para obter recursos financeiros de investidores.
Responsabilidade social é, portanto, o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comprometimento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de seus familiares, da comunidade local e da sociedade como um todo. Essa concepção assume a responsabilidade social como expressão de uma postura ética comprometida com o resgate da cidadania, assumindo uma posição de co-responsabilidade, na busca do bem-estar público, em articulação com as políticas sociais (instituto, fundações, organizações, universidades, comunidade etc).
O administrador, ao investir em responsabilidade social, pode estar desenvolvendo vantagens longo prazo para a organização. Por exemplo, as organizações podem melhorar sua imagem e evitar uma regulamentação desnecessária e cara se forem percebidas como socialmente responsáveis. Além disso, os problemas sociais podem oferecer oportunidades de negócios, e lucros podem ser obtidos com esforços vigorosos e sistemáticos para resolver esses problemas. Ou seja, vale a pensa a empresa agir em prol da sociedade.
2.1. Características
Segundo o Portal Responsabilidade Social[1], a busca da responsabilidade social corporativa tem, grosso modo, as seguintes características:
·          É plural. Empresas não devem satisfações apenas aos seus acionistas. Muito pelo contrário. O mercado deve agora prestar contas aos funcionários, à mídia, ao governo, ao setor não-governamental e ambiental e, por fim, às comunidades com que opera. Empresas só têm a ganhar na inclusão de novos parceiros sociais em seus processos decisórios. Um diálogo mais participativo não apenas representa uma mudança de comportamento da empresa, mas também significa maior legitimidade social.
·          É distributiva. A responsabilidade social nos negócios é um conceito que se aplica a toda a cadeia produtiva. Não somente o produto final deve ser avaliado por fatores ambientais ou sociais, mas o conceito é de interesse comum e, portanto, deve ser difundido ao longo de todo e qualquer processo produtivo. Assim como consumidores, empresas também são responsáveis por seus fornecedores e devem fazer valer seus códigos de ética aos produtos e serviços usados ao longo de seus processos produtivos.
·          É sustentável. Responsabilidade social anda de mãos dadas com o conceito de desenvolvimento sustentável. Uma atitude responsável em relação ao ambiente e à sociedade, não só garante a não escassez de recursos, mas também amplia o conceito a uma escala mais ampla. O desenvolvimento sustentável não só se refere ao ambiente, mas por via do fortalecimento de parcerias duráveis, promove a imagem da empresa como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. Uma postura sustentável é por natureza preventiva e possibilita a prevenção de riscos futuros, como impactos ambientais ou processos judiciais. 
É transparente. A globalização traz consigo demandas por transparência. Não mais nos bastam mais os livros contábeis. Empresas são gradualmente obrigadas a divulgar sua performance social e ambiental, os impactos de suas atividades e as medidas tomadas para prevenção ou compensação de acidentes. Nesse sentido, empresas serão obrigadas a publicar relatórios anuais, onde sua performance é aferida nas mais diferentes modalidades possíveis. Muitas empresas já o fazem em caráter voluntário, mas muitos prevêem que relatórios sócio-ambientais serão compulsórios num futuro próximo.
3. IMPORTÂNCIA
Vivemos em um país com sérios problemas econômicos, sociais e ambientais. Temos os problemas da fome, da miséria, da falta de saneamento básico, do precário acesso à saúde, do desmatamento, da poluição do meio ambiente etc. O governo tem se mostrado incapaz de solucionar todos estes problemas. Logo, as organizações de todos os segmentos da economia podem fazer um pouco em prol do social e do meio ambiente. Desta forma, a prática da responsabilidade social situa-se como importante para o nosso crescimento e desenvolvimento sustentável.
As ações de responsabilidade social das organizações são então importantes para elevar a qualidade de vida da população, contribuir para a preservação do meio ambiente e, por conseqüência, para o crescimento e desenvolvimento sustentável do nosso país.
A sociedade se beneficia consideravelmente das ações de responsabilidade social das organizações. Quando uma organização oferece as pessoas de uma dada comunidade uma creche gratuita, por exemplo, está contribuindo para uma melhora na qualidade de vida da população.
As organizações também se beneficiam das suas ações de responsabilidade social, na medida em que se tornam mais bem vistas na sociedade, e que aumentam a satisfação dos funcionários. Assim, muitos dos investimentos realizados pelas organizações retornam. Por isso, muitas organizações estão investindo no social.
O meio ambiente depende muito das ações de responsabilidade ambiental das organizações, já que o homem juntamente com as organizações são responsáveis por muitos problemas ambientais.
Assim, podemos observar que a atuação do homem no planeta está provocando sérios danos ao meio ambiente, comprometendo a capacidade de sobrevivência das próximas gerações. Tinoco, Kraemer (2006) apresenta alguns problemas como exemplo:
Destruição da biodiversividade ou extinção de espécies. Os bens e serviços essenciais de nosso planeta dependem da variedade e da variabilidade dos genes, espécies, populações e ecossistemas. O declínio que vivenciamos atualmente da diversidade biológica resulta em grande parte da atividade humana, e representa uma grande ameaça ao desenvolvimento do ser humano na Terra.
Destruição progressiva da camada de ozônio por gases. Segundo o Wikipedia[2], o Ozônio é de composição molecular (O3), sendo formado quando as moléculas de oxigênio (O2), se rompem devido à radiação ultravioleta e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Na região da atmosfera situada entre 30 e 50 km de altitude, a camada é tão rarefeita que, se fosse comprimida à pressão atmosférica ao nível do mar, sua espessura não ultrapassaria a três milímetros. Esta camada tem a propriedade de absorver a radiação ultravioleta do Sol, por este motivo, sem a proteção do Ozônio, as radiações causam graves danos aos organismos vivos que habitam a superfície do nosso planeta. O continente Australiano tem sido bastante castigado, pelo aumento de penetração dos raios ultra violeta, causando câncer de pele na população. A China e os Estados Unidos são os maiores emissores de CO2 do planeta. A Antártica em menos de 30 anos teve um aumento de 2ºC na temperatura causando fortes estragos no meio ambiente.
Efeito estufa ou aquecimento global. De acordo com Borholin, Guedes[3], o Efeito Estufa é a forma que a Terra tem para manter sua temperatura constante. A atmosfera é altamente transparente à luz solar, porém cerca de 35% da radiação que recebemos vai ser refletida de novo para o espaço, ficando os outros 65% retidos na Terra. Este fato deve-se principalmente ao efeito sobre os raios infravermelhos de gases como o Dióxido de Carbono, Metano, Óxidos de Azoto e Ozônio presentes na atmosfera (totalizando menos de 1% desta), que vão reter esta radiação na Terra, permitindo-nos assistir ao efeito calorífico dos mesmos. Contudo, nos últimos anos, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem aumentado cerca de 0,4% anualmente; este aumento se deve à utilização de petróleo, gás e carvão e à destruição das florestas tropicais. O efeito conjunto de tais substâncias pode vir a causar um aumento da temperatura global (Aquecimento Global) estimado entre 2 e 6 ºC nos próximos 100 anos. Um aquecimento desta ordem de grandeza não só irá alterar os climas em nível mundial como também irá aumentar o nível médio das águas do mar em, pelo menos, 30 cm, o que poderá interferir na vida de milhões de pessoas habitando as áreas costeiras mais baixas.
Poluição. As substâncias poluentes estão superando constantemente a capacidade da biosfera de lidar com elas e provocam, muitas vezes, consequências a longo prazo. A pressão da sociedade e de organizações não governamentais (ONGs) conseguiu regulamentações que limitam certas emissões de resíduos industriais. Contudo, novas substâncias poluentes estão sendo criadas por não terem regulamentação.
Diante destes problemas ambientais, fica evidente a importância das ações de responsabilidade ambiental por parte das organizações. As organizações são grandes responsáveis pela degradação do meio ambiente e têm obrigação de fazer algo para eliminar ou pelo menos diminuir o impacto de suas operações no meio ambiente.
A responsabilidade ambiental utilizada adequadamente pelas empresas proporciona benefícios à sociedade como um todo. Estes benefícios são os seguintes, segundo Tinoco, Kraemer (2006):
·        permite o uso mais eficiente de recursos naturais, incluindo a energia e a água. Desta forma, a contabilidade ambiental está economizando os recursos naturais e reduzindo o consumo de energia;
·        reduz os custos externos relacionados à poluição da indústria, tais como os da monitoração ambiental;
·        fornece informações para a tomada de decisão, melhorando a política pública;
·        fornece informação ambiental industrial do desempenho, que pode ser usada no contexto mais extenso das avaliações do desempenho e de condições ambientais nas economias e em regiões geográficas.
Exemplos de iniciativas ambientais que se beneficiam da responsabilidade ambiental, segundo Tinoco, Kraemer (2006):
·        prevenção da poluição;
·        design e implementação do sistema de gestão ambiental;
·        projeto para o ambiente;
·        cálculo dos custos, economias e benefícios de projetos;
·        estabelecimento de metas quantificadas de desempenho;
·        divulgação aos usuários externos dos investimentos realizados e das responsabilidades da empresa com o meio ambiente;
·        compra ambiental preferível;
·        avaliação anual dos custos/despesas em ambientes;
·        relatório externo na área do ambiente ou da sustentabilidade;
·        produção mais limpa, prevenção de poluição, gestão da cadeia de fornecedores e projetos de ecodesign;
·        avaliação de investimentos, cálculo das opções de investimento;
·        preço dos produtos;
·        elaboração de orçamentos;
·        avaliação do desempenho ambiental;
·        relatório ambiental do desempenho.

4 CONCLUSÃO
A pesquisa teve como objetivo apresentar as principais definições relacionadas com a responsabilidade social, descrevendo a importância de tais ações para o desenvolvimento sustentável do nosso país e, para tanto, adotamos a pesquisa bibliográfica.
As informações coletadas demonstraram que a responsabilidade social das empresas vai de encontro ao desenvolvimento sustentável do país. Podemos observar que, quando uma empresa investe na alfabetização dos moradores da localidade onde está inserida, ela está contribuindo para que estas pessoas tenham melhores condições de auferirem rendas maiores, o que melhora a qualidade de vida da comunidade e, por conseqüente, o desenvolvimento econômico. Quando uma empresa investe na redução de resíduos e no reaproveitamento de materiais, ela está diminuindo a poluição da empresa e, por conseguinte, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.
A responsabilidade social consiste nos investimentos das organizações em ações sociais. As organizações, uma vez que estão inseridas em um dado ambiente, consome seus recursos e, desta forma, possui responsabilidades com a sua preservação.
O meio ambiente tem sido alvo de muitas discussões neste início do século, muitas giram em torno da questão do aquecimento global. Neste contexto, as organizações possuem um papel importante, já que são uma das principais responsáveis pelos problemas ambientais e possuem condições de contribuir para um meio ambiente mais saudável e sustentável.
Desta forma, muitas organizações estão procurando investir em responsabilidade social e ambiental, contribuindo de alguma forma para a melhoria da qualidade de vida da população e para a diminuir seus impactos no meio ambiente. Além disso, muitas organizações estão investindo na preservação de florestas e outros recursos ambientais.
As ações de responsabilidade social das organizações são extremamente importantes para o crescimento e desenvolvimento sustentável, uma vez que o governo tem se mostrado incapaz de solucionar todos os problemas sociais e, que muitos problemas ambientas são criados por elas mesmas. As organizações que investem no social e no meio ambiente colhem benefícios, como o aumento das vendas porque se tornam mais bem vistas na sociedade.

5 REFERÊNCIAS
BORTHOLIN, Érica; GUEDES, Bárbara Daniela. Efeito estufa. USP. Disponível em: Acesso em 10 out. 2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2. ed. São Paulo : Campus, 1999.
GARAY, Angela Beatriz Busato Scheffer. Ética e Responsabilidade Social. Revista de Administração,São Paulo, v. 36, n. 03, p. 06-14, julho/setembro-2001.
PORTAL RESPONSABILIDADE SOCIAL. Responsabilidade Social. Disponível em: Acesso em 09 out. 2008.
ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas.São Paulo : Saraiva, 2002.
STONER, James A. F., FREEMAN, R. Edward. Administração. 5. ed. São Paulo : Prentince-Hall do Brasil, 1995.
TINOCO, João Eduardo Prudêncio; KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira. Contabilidade e gestão ambiental. São Paulo : Atlas, 2006.
WIKIPEDIA. Ozônio. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Oz%C3%B4nio> Acesso em 10 out. 2008.



[1] PORTAL RESPONSABILIDADE SOCIAL. Responsabilidade Social. Disponível em: Acesso em 09 out. 2008.
[2] WIKIPEDIA. Ozônio. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Oz%C3%B4nio> Acesso em 10 out. 2008.
[3] BORTHOLIN, Érica; GUEDES, Bárbara Daniela. Efeito estufa. USP. Disponível em: < http:// educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/ee/Efeito_Estufa.html> Acesso em 10 out. 2008.

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