Especialista refuta tese do aquecimento global

Por Renato Ponzio e Ronaldo Luiz extraído do Blog Gurupi on-line.


Sáb, 19 de Março de 2011 17:59



  Terra não está sofrendo um processo de aquecimento fruto de emissões antrópicas, ou seja, produzidas como resultado da ação humana. Na verdade, o planeta está na antessala de uma nova era de resfriamento.

Foi o que destacou o professor-doutor em Meteorologia e Proteção Ambiental pela Universidade de Wisconsin (EUA), Luiz Carlos Baldicero Molion, na palestra “Agropecuária e Mudanças Climáticas”, realizada na Sociedade Rural Brasileira. 

A terra não está sofrendo um processo de aquecimento fruto de emissões antrópicas, ou seja, produzidas como resultado da ação humana. Na verdade, o planeta está na antessala de uma nova era de resfriamento. 

Foi o que destacou o professor-doutor em Meteorologia e Proteção Ambiental pela Universidade de Wisconsin (EUA), Luiz Carlos Baldicero Molion, na palestra “Agropecuária e Mudanças Climáticas”, realizada nesta semana (terça, 15), na Sociedade Rural Brasileira. 

Bacharel em Física pela USP, Molion tem mais de 30 artigos publicados em revistas e livros estrangeiros e mais de 80 artigos em revistas nacionais. Foi cientista-chefe nacional de dois experimentos com a NASA sobre a Amazônia e atualmente é professor associado e diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT) na Universidade Federal de Alagoas.

A partir de imagens por satélites e gráficos de diversas fontes científicas relacionadas ao tema, como, por exemplo, a Nasa, Molion assinala que o clima global varia naturalmente e já esteve mais quente no passado. Segundo ele, não existe comprovação científica de aquecimento nos últimos dez anos, acrescentando que os dados extraídos de termômetros em solo sofrem do efeito de “ilha de calor urbana” e “ajustes”.  

Para o professor, não há mudança climática, mas sim uma maior vulnerabilidade social devido ao aumento da população no mundo, transformação esta que coloca a conservação ambiental como imperativa para sobrevivência da espécie humana. 

Molion diz que existem interesses econômicos por trás dos estudos sobre o aquecimento global. De acordo com ele, cientistas estão de olho nos bilhões de dólares destinados às pesquisas sobre o clima.

Ao subsidiar sua tese de resfriamento, Molion argumenta que o sol e o oceano pacífico estão entrando, respectivamente, em fase de baixa atividade e diminuição do calor das águas, período que irá se estender até meados de 2030. Segundo ele, tratam-se de fenômenos cíclicos naturais que ao longo de milhares de anos interferem no clima global. 

Gases

Com relação à emissão de gases, o professor refuta a tese de que o gás carbônico é responsável pelo aquecimento da Terra. De acordo com Molion, o CO2 não controla o clima global e mesmo se tivesse influência, as emissões antrópicas são ínfimas se comparadas às de origem natural, como, por exemplo, oceanos e solos.  

No tocante ao metano, o professor assinala que encontra-se estável na atmosfera há aproximadamente 20 anos. Neste aspecto, Molion rechaça a associação entre animais ruminantes (gado, por exemplo) e a concentração do gás na atmosfera, já que o número de animais aumenta desde 2003 e o de metano permanece estagnado.  

Mares

O professor pontua que o nível dos mares é influenciado por ciclos lunares de aproximadamente 18 anos. De acordo com Molion, o nível médio dos mares subiu quatro centímetros entre 1993 e 2010. Segundo ele, trata-se de um “aparente aumento” que está dentro de uma variação natural de cerca de seis centímetros. 

Para o professor, o IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, maior autoridade mundial no tema), não faz previsões. Molion é contundente ao afirmar que o IPCC usa cenários fictícios e baseia suas projeções em modelos que não representam os processos físicos responsáveis pelo controle do clima. 

Especialista refuta tese do aquecimento global
Publicado em 03/03/2011
Terra não está sofrendo um processo de aquecimento fruto de emissões antrópicas, ou seja, produzidas como resultado da ação humana. Na verdade, o planeta está na antessala de uma nova era de resfriamento.

Foi o que destacou o professor-doutor em Meteorologia e Proteção Ambiental pela Universidade de Wisconsin (EUA), Luiz Carlos Baldicero Molion, na palestra “Agropecuária e Mudanças Climáticas”, realizada na Sociedade Rural Brasileira. 

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